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IMESB apoia o Movimento Maio Amarelo

O IMESB (Instituto Municipal de Ensino Superior de Bebedouro "Victório Cardassi") recebeu na noite de ontem 1º de junho, a idealizadora do Movimento Maio Amarelo em Bebedouro, a professora Lúcia Helena Michelon. Engajada nesse movimento de conscientização, desde 2014, quando um acidente automobilístico tirou a vida do seu esposo, Sandro Michelon, na Rodovia Orlando Prado Diniz Junqueira, próximo a cidade de Morro Agudo. 

O encontro, além de uma oportunidade  de rever os alunos e matar a saudade, pois ambos lecionaram no Instituto, tem como objetivo principal alertar os estudantes sobre o alto índice de acidentes no país.

"Temos que conscientizar as pessoas de que, uma mudança de comportamento pode fazer a diferença quando está dirigindo, isso é responsabilidade de todos", disse a professora.

Segundo as estatísticas, no ano de 2016 ocorreram 44.800 mortes, sendo 8000 mil pedestres em sua maioria pessoas idosas e crianças que não estavam usando o cinto de segurança, nem a cadeirinha. O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito. A cada 12 minutos morre uma pessoa no trânsito e 50 ficam feridas.

O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. O objetivo desse movimento é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.

O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.

A marca que simboliza o movimento, o laço na cor amarela, segue a mesma proposta de conscientização já idealizada e bem-sucedida, adotada pelos movimentos de conscientização no combate ao câncer de mama, ao de próstata e, até mesmo, às campanhas de conscientização contra o vírus HIV – a mais consolidada nacional e internacionalmente.

Portanto, a escolha proposital do laço amarelo tem como intenção primeira colocar a necessidade da sociedade tratar os acidentes de trânsito como uma verdadeira epidemia e, consequentemente, acionar cada cidadão a adotar comportamento mais seguro e responsável, tendo como premissa a preservação da sua própria vida e a dos demais cidadãos.

Sobre a Década de Ação para a Segurança no Trânsito

A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. A intenção da ONU é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.  O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.

São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas. Morte no trânsito é a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. 

Segundo dados da OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito até 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos

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